Apresentação do texto de Mark Weiser (1991)
WEISER, Mark. Weiser, Mark - The Computer for the Twenty-First Century. In: Scientific American, September 1991, pp. 94-10
Mark Weiser (1952-1999). Ex- Cientista chefe do Xerox PARC (Centro de Pesquisas de Palo Alto, Califórnia, EUA).
Objetivo: Weiser apresenta a idéia de computação ubíqua. Prevê que os computadores irão se tornar máquinas integradas e ocultas, presentes no ambiente natural do ser humano. Para o autor Notebooks, laptops, knowledge navigators etc são apenas um passo na direção de alcançar o verdadeiro potencial das tecnologias da informação.
"Ubiquitous computing in this context does not just mean computers that can be carried to the beach, jungle or airport. Even the most powerful notebook computer, with access to a worldwide information network, still focuses attention on a single box. By analogy to writing, carrying a super-laptop is like owning just one very important book. Customizing this book, even writing millions of other books, does not begin to capture the real power of literacy” (p.94)
Para pensar a computação ubíqua, Weiser compara os a questão dos computadores ao exemplo dos motores. Antigamente, as fábricas tinham uma engenharia muito simples, que dirigia dezenas ou até mesmo centenas de máquinas diferentes. Atualmente, os motores elétricos são mais baratos, pequenos e eficientes que seus anteriores. esta evolução permite que cada máquina ou ferramenta tenha sua própria força motriz. Neste sentido, os motores desaparecem no dos dispositivos elétricos
Weiser destaca que a idéia de computação se opõe à noção de realidade de virtual. Esta, de acordo com o autor, se caracteriza pela simulação ou criação de “mundo” na tela do computador. Já a computação ubíqua, por sua vez, propõe uma forma de rearranjar os computadores no mundo físico.
Neste sentido, Weiser introduz o conceito de Virtual Embodiment (p.97), atividade de “desenhar” os computadores fora de sua aparência comum. Idéia de “100 computadores disponíveis e integrados em uma mesma sala”.
Para explicar seu conceito de virtual embodiment, Weiser apresenta alguns protótipos. O autor aponta tamanho e a localização como parâmetros de configuração destes aparelhos, e que os mesmo teriam alguma sensibilidade às condições locais. Ex.: Pads (scrapcomputers), uma analogia aos “papeis de rascunho”; Boards, aparelhos considerados de tamanho padrão, com mais funções e disponíveis em mais lugares como escritório e casa. Tabs, aparelhos menores componentes menores e interconectados – organizadores de bolso
Assim, Weiser argumenta que o poder do conceito de Computação Ubiqua surge da interação entre todos estes dispositivos. Tais aparelhos não se armam dos efeitos das interfaces, utilizam modos efetivos e prazerosos de operação.
Finalmente, o autor pontua que a computação ubíqua irá ajudar a resolver o problema da sobrecarga de informação. Segundo Weiser, existe mais informação disponível no mundo real do que em qualquer sistema computacional. Neste sentido, os computadores que se ajustam aos ambientes físicos podem ser mais úteis ao ser humano.
Atualmente, o conceito de computação ubíqua pode ser comprovado considerando inúmeros computadores integrados a dispositivos – blackberrys, Nokia 3G, I Phones etc – utilizados em um mesmo recinto, conectados às redes Wi-Fi.
Mark Weiser (1952-1999). Ex- Cientista chefe do Xerox PARC (Centro de Pesquisas de Palo Alto, Califórnia, EUA).
Objetivo: Weiser apresenta a idéia de computação ubíqua. Prevê que os computadores irão se tornar máquinas integradas e ocultas, presentes no ambiente natural do ser humano. Para o autor Notebooks, laptops, knowledge navigators etc são apenas um passo na direção de alcançar o verdadeiro potencial das tecnologias da informação.
"Ubiquitous computing in this context does not just mean computers that can be carried to the beach, jungle or airport. Even the most powerful notebook computer, with access to a worldwide information network, still focuses attention on a single box. By analogy to writing, carrying a super-laptop is like owning just one very important book. Customizing this book, even writing millions of other books, does not begin to capture the real power of literacy” (p.94)
Para pensar a computação ubíqua, Weiser compara os a questão dos computadores ao exemplo dos motores. Antigamente, as fábricas tinham uma engenharia muito simples, que dirigia dezenas ou até mesmo centenas de máquinas diferentes. Atualmente, os motores elétricos são mais baratos, pequenos e eficientes que seus anteriores. esta evolução permite que cada máquina ou ferramenta tenha sua própria força motriz. Neste sentido, os motores desaparecem no dos dispositivos elétricos
Weiser destaca que a idéia de computação se opõe à noção de realidade de virtual. Esta, de acordo com o autor, se caracteriza pela simulação ou criação de “mundo” na tela do computador. Já a computação ubíqua, por sua vez, propõe uma forma de rearranjar os computadores no mundo físico.
Neste sentido, Weiser introduz o conceito de Virtual Embodiment (p.97), atividade de “desenhar” os computadores fora de sua aparência comum. Idéia de “100 computadores disponíveis e integrados em uma mesma sala”.
Para explicar seu conceito de virtual embodiment, Weiser apresenta alguns protótipos. O autor aponta tamanho e a localização como parâmetros de configuração destes aparelhos, e que os mesmo teriam alguma sensibilidade às condições locais. Ex.: Pads (scrapcomputers), uma analogia aos “papeis de rascunho”; Boards, aparelhos considerados de tamanho padrão, com mais funções e disponíveis em mais lugares como escritório e casa. Tabs, aparelhos menores componentes menores e interconectados – organizadores de bolso
Assim, Weiser argumenta que o poder do conceito de Computação Ubiqua surge da interação entre todos estes dispositivos. Tais aparelhos não se armam dos efeitos das interfaces, utilizam modos efetivos e prazerosos de operação.
Finalmente, o autor pontua que a computação ubíqua irá ajudar a resolver o problema da sobrecarga de informação. Segundo Weiser, existe mais informação disponível no mundo real do que em qualquer sistema computacional. Neste sentido, os computadores que se ajustam aos ambientes físicos podem ser mais úteis ao ser humano.
Atualmente, o conceito de computação ubíqua pode ser comprovado considerando inúmeros computadores integrados a dispositivos – blackberrys, Nokia 3G, I Phones etc – utilizados em um mesmo recinto, conectados às redes Wi-Fi.

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