CARNET DE NOTES

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André Lemos is Associate Professor, Faculty of Communication, Federal University of Bahia, Brazil. PhD in Sociology, Sorbonne (1995), Visiting Scholar University of Alberta and McGill University, Canada (2007-2008). Coordinator of Cybercity Research Group (UFBa/CNPq) and Researcher level 1 at CNPq. Member of Prix Ars Electronica, Wi. Journal of Mobile Media and Canadian Journal of Communication Board. This Carnet is online since March 1st, 2001.


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wWednesday, January 07, 2009


Mobile Citizen Journalism


Foto no Flickr mostrando protestos em Londres

Matéria do jornal canadense GuelphMercury.com mostra como as tecnologias móveis estão criando formas importantes de "jornalismo cidadão". Empresa de Vancouver, Nowpublic faz um top ten das notícias mais importantes veiculados pelos cidadãos jornalistas e seus telefones celulares, SMS, Twitter, etc... Trechos da matéria:

"(...) Armed with cellphone cameras and Internet connections, they are taking pictures, shooting video and messaging eyewitness accounts of terrorist attacks, political rallies and natural disasters. They're making the unfiltered information available almost instantly, faster than traditional news organizations. "I am no longer going to look at the news because it's something historical and something I want to see," said Leonard Brody, chief executive and co-founder of Vancouver-based NowPublic, which calls itself a "next-generation wire service. 'It's something I want to see and influence as it's happening.'

(...) The website also cited the role of SMS texting, blogging and the online photo management site Flickr in other news moments on the list. Mainstream media organizations such as CNN and the BBC are among those using news material from citizens.

(...)NowPublic has 150,000 contributors from around the world posting news, photos and video, said Brody. Technology expert Andy Walker said the cellphone, with its camera and video capabilities, has helped lead the way in user-generated news. "It has basically made everybody a photojournalist whether they like it or not," said Walker, executive producer of Butterscotch.com, a website designed to train and educate people about technology.

(...)

NowPublic's list of the year's 10 most important moments in user-generated news:

1. Mumbai attacks.

2. Natural disasters.

3. Olympic torch relay protests in San Francisco.

4. Barack Obama talking about bitter small-town voters who cling to guns and religion.

6. The site Ushahidim, used to document violence after disputed presidential election in Kenya.

7. CNN's news wire plans.

8. Journalist hands over mike to SXSW festival audience to question Facebook founder Mark Zuckerberg.

9. Twitter used by U.S. journalism student jailed in Egypt.

10. Fake report on Apple's Steve Jobs having a heart attack."

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wWednesday, August 27, 2008


Canada


Belíssimo céu de Edmonton, minha primeira morada.

Estou com as malas prontas esperando o taxi. Um ano no Canada em um período extremamente produtivo em vários aspectos: li, escrevi, bloguei, encontrei pessoas, visitei universidades e centros de pesquisa, reforcei laços de amizade, conheci o país de oeste a leste e, mais importante, tive tempo para dar ao tempo, única forma efetiva de pensar e de ser produtivo nesse trabalho que fazemos. O Canadá é também o lugar onde meu segundo filho ou filha foi gerado (a), o que marcará para sempre esse lugar.

Agradecimentos especiais ao CNPq, a Facom/UFBa, que viabilizaram a minha vinda e sustento no Canada, e, especialmente aos colegas e amigos Rob Shields, da University of Alberta, e Will Straw, da McGill University que me receberam de braços abertos.

"Vivre au Canada, c'est vivre dans quatre pays différents... un pays par saison." Michel Conte

Agora faltam palavras e deixo as sensações tomarem conta. Um dia belíssimo de sol, sem uma nuvem no céu, esquilos subindo em árvores na av. des Érables, o silêncio da rua em meio a metrópole, bicicletas passando e a vida que vai continuar aqui e continuirá independente de mim. Somos muito pequenos!


Minha casa na Av. des Érables

Missão cumprida, embora pudesse ficar muito mais tempo aqui. Esse Carnet tem toda a memória desse tempo e voltarei a ele para reviver as sensações que sempre perdem suas cores com esse Cronos que tudo devora. Mas agora é hora de voltar pra casa, retomar as coisas que deixei e compartilhar com alunos e amigos um pouco do que aprendi aqui...e em todos os sentidos!. É hora de lembranças, mas também de prospectiva, de pensar no futuro, no presente que está ali na esquina. Tempo de otimismo!

"I don't consider myself a pessimist. I think of a pessimist as someone who is waiting for it to rain. And I feel soaked to the skin." Leonard Cohen

Meu taxi está chegando e, mesmo com 3 pesadíssimas malas, vou leve!

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posted by André Lemos at 2:04 PM - Permalink - Postar um Comentário


wThursday, August 07, 2008


Kill Bill C-61



Ontem na entrada do show do Radiohead no Parc Jean Drapeau (fantástico show!) ativistas distribuiam flyers pedindo a mobilização contra o projeto de lei C-61 que quer endurecer a lei do copyright para produtos eletrônicos. A C-61 pode ser vista aqui e é fruto de pressões americanas, principalmente das mamutes da indústria cultural de massa. Em outro post comentei e divulguei questões que afetam a todos no dia a dia. Eles não fizeram uma petição, que é uma pena (a nossa já passou de 100 mil assinaturas), mas pedem que o cidadão envie e-mail ao ministro da indústria, que escreva ao seu membro no Parlamento e que se junte a outros no FairCopyright Canada e no Montreal Facebook Groups.



Vídeo explicando a Bill C-61

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wThursday, July 31, 2008


Locative Media @ Banff

Há alguns meses atrás estive em Banff e visitei do Mobile Lab para conhecer os projetos em andamento. Postei algo sobre o e-Banff e o Tracklines. Agora o A R T Mobile Lab faz uma chamada para residência em "locative media art", com supervisão de Plan B (Daniel Belasco Rogers e Sophia New), Christina Ray (Glowlab NYC) and Angus Leech. Os candidatos devem enviar projeto até dia 15 de agosto.



Detalhes:

"The Almost Perfect 'Call and Response' residency at the Banff New Media Institute is an annual, concentrated four-week experimental prototyping lab that explores the creation and context of location. Practitioners from all walks of locative and mobile media practice are encouraged to apply to the programme. We are particularly interested in practice that extends beyond the device out into the environment, be it landscape or datascape.

The massive scale of Banff National Parks Rocky Mountains and the expanse of the Great Plains to the east provide a unique opportunity to untether yourself from the usual coordinates of place. Geographies of time, scale and great disruption lay exposed, lending themselves to the call and response of technology and nature. This residency allows for the time and space to consider how modern pervasive technologies allow us to disconnect from our desktop cells and interact with the world in a whole new way.

Through a combination of dedicated studio time, group discourse, peer critique, design exercise and studio visits Almost Perfect 'Call and Response' looks to explore location-based artwork and the repercussions of producing work for place and in-particular in outdoor and non-urban contexts. The residency will be led by established locative media practitioners Plan B (Daniel Belasco Rogers and Sophia New), Christina Ray (Glowlab NYC) and Angus Leech. Almost Perfect 'Call and Response' will not only support the open conceptualisation of new works, but also re-visit influential pieces from this emerging medium's history.

Application Deadline: Friday August 15, 2008 Notification Date:
Wednesday August 27, 2008

To apply please visit: http://www.banffcentre.ca/programs/program.aspx?id=713

**The deadline for applications is August 15 and we are willing to expedite the application process for you so that you may apply for the necessary funding to join us in Banff. If you are interested, please
contact me directly with a short project proposal (about 200 words), your technical requirements and your cv. Contact Steve Woollard at +1 403 762 7500 or by email at steve_woollard AT banffcentre.ca.**"

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wTuesday, July 22, 2008


Death of Free Internet

Já escrevi nesse Carnet sobre a perigosa quebra de neutralidade da rede. Na petição, que tem agora quase 78 mil assinaturas, contra a lei do Senador Eduardo Azeredo, colocamos explicitamente essa possibiliade. Se os provedores vão monitorar as atividades dos usuários, nada mais simples do que pensar que eles poderão, em um futuro próximo, dizer por qual site e em que velocidade um usuário poderá passar.

Essa é uma questão não apenas brasileira, mas mundial. A morte da internet livre pode está sendo selada nos próximos meses no Brasil. Mas não só. No Canadá a coisa está feia. Coloquei nesse Carnet informações sobre as ações da Bell Canadá e da Telus (veja link acima) quebrando a neutralidade da rede e reduzindo a velocidade das conexões em redes P2P. Vejam o protesto na "Campaign fo Democratic Media":



Agora, texto publicado na Global Research Canadá sobre o assunto, incluindo aí a recente taxação de SMS - quem recebe paga também !!!! (não é por acaso que o Canadá é o mais atrasado dos países desenvolvidos na adoção de telefones celulares), mostra o perigo: Death of Free Internet is Imminent.

Trechos:

"(...) The free transfer of information, uncensored, unlimited and untainted, still seems to be a dream when you think about it. Whatever field that is mentioned - education, commerce, government, news, entertainment, politics and countless other areas - have been radically affected by the introduction of the Internet. And mostly, it's good news, except when poor judgements are made and people are taken advantage of. Scrutiny and oversight are needed, especially where children are involved.

However, when there are potential profits open to a corporation, the needs of society don't count. Take the recent case in Canada with the behemoths, Telus and Rogers rolling out a charge for text messaging without any warning to the public. It was an arrogant and risky move for the telecommunications giants because it backfired. People actually used Internet technology to deliver a loud and clear message to these companies and that was to scrap the extra charge. The people used the power of the Internet against the big boys and the little guys won.

However, the issue of text messaging is just a tiny blip on the radar screens of Telus and another company, Bell Canada, the two largest Internet Service Providers (ISP'S) in Canada. Our country is being used as a test case to drastically change the delivery of Internet service forever. The change will be so radical that it has the potential to send us back to the horse and buggy days of information sharing and access.

In the upcoming weeks watch for a report in Time Magazine that will attempt to smooth over the rough edges of a diabolical plot by Bell Canada and Telus, to begin charging per site fees on most Internet sites. The plan is to convert the Internet into a cable-like system, where customers sign up for specific web sites, and then pay to visit sites beyond a cutoff point.

(...) What will the Internet look like in Canada in 2010? I suspect that the ISP's will provide a "package" program as companies like Cogeco currently do. Customers will pay for a series of websites as they do now for their television stations.

(...) And this is where the Internet (free) as we know it will suffer almost immediate, economic strangulation. Thousands and thousands of Internet sites will not be part of the package so users will have to pay extra to visit those sites! In just an hour or two it is possible to easily visit 20-30 sites or more while looking for information. Just imagine how high these costs will be.

(...) But what Bell Canada and Telus have planned for Canadians is much worse than that. They are planning the death of the Internet (free) as we know it, and I expect they'll be hardly a whimper from Canadians. It's all part of the corporate plan for a New World Order and virtually a masterstroke that will lead to the creation of billions and billions of dollars of corporate profit at the expense of the working and middle classes.

(...) The little guys on the Net will fall likes flies; Bloggers and small website operators will die a quick death because people will not pay to go to their sites and read their pages.

(...) Maintaining Internet (free) access is the only way we have a chance at combatting the global corporate takeover, the North American Union, and a long list of other deadly deeds that the elite in society have planned for us. Yesterday was too late in trying to protect our rights and freedoms. We must now redouble our efforts in order to give our children and grandchildren a fighting chance in the future.

author's website: http://realitycheck.typepad.com/
Global Research Articles by Kevin Parkinson

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wFriday, July 11, 2008


SMS Canada

A situação de desenvolvimento dos telefones celulares no Canadá já não é um paraíso. Agora, Bell e Telus querem cobrar do usuário que recebe um SMS. O Canada, como mostrei em outro post é um dos países com o menor índice de telefones celulares entre os países desenvolvido. Agora, o Governo interefere para impedir mais essa taxação. (viaSmart Mobs:

"Canadian government intervenes in texting crisis
by Bryan Alexander

The Canadian government stepped into a growing crisis over telco texting charges.

[Industry Minister] Prentice sent letters to the chief executive officer of Bell Mobility, a unit of BCE, and Telus asking them to meet with him before Aug. 8, the date Bell plans to introduce its new charge.

The meeting ? a highly unusual move by a Conservative government that has sought to partly deregulate the telecommunications industry ? would take place 'with a view to finding a solution that provides the best service to consumers at the best price,' Mr. Prentice said.

More on the story:

Telus defended its decision, saying the volume of text messages has skyrocketed and most U.S. carriers already charge for getting them.

There are more than 20 million wireless phone subscribers in Canada and they send more than 45.3 million text messages a day, an industry group says.

(thanks to Randy McCall)

The Canadian government stepped into a growing crisis over telco texting charges.

[Industry Minister] Prentice sent letters to the chief executive officer of Bell Mobility, a unit of BCE, and Telus asking them to meet with him before Aug. 8, the date Bell plans to introduce its new charge.
The meeting ? a highly unusual move by [...]

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wSaturday, June 28, 2008


Internet, Freedom and Law

Enquanto no Brasil estamos vendo os famigerados projetos de lei do Senador Eduardo Azeredo, aqui no Canadá, com pressões das corporações de mídia americanas, a lei C-61, ameaça a liberdade de expressão, colocando também nas costas dos provedores a tarefa de vigiar os usos de seus assinantes. Vemos que, de norte a sul do planeta, os dinossauros das mídias massivas e os conservadores de vários calibres estão querendo meter a mão no bem comum que é o ciberespaço. Vejam trechos da matéria do Ecrans sobre a lei C-61 canadense:

"(...) 'La frontière entre la protection des créateurs et un état policier est ténue', a critiqué le député libéral Scott Brison. 'Le projet de loi a été élaboré sous la pression des cartels de médias américains, et va toucher à la liberté d?expression et la liberté de parole dans ce pays, a dénoncé de son côté la Fair Copyright for Canada. Il va restreindre la liberté qu'ont les Canadiens d'utiliser leur ordinateur et autres appareils pour enregistrer, stocker et jouer les médias qu'ils ont légalement achetés.'

(...) Par exemple, elle ne permet pas de copier, à des fins privées, une cassette vidéo sur CD, comme l'explique la vidéo réalisée par la Clinique d?intérêt public et de politique d'Internet du Canada (CIPPIC) de l'université d?Ottawa. Mais le gouvernement Harper souhaite aller au-delà, en prenant pour modèle la loi de son 'voisin du sud', la décriée DMCA (1). D'où son surnom de 'DMCA canadienne'.

(...) Le projet de loi C-61, un document de 58 pages (PDF), a suscité beaucoup de réactions, surtout en ce qui concerne les ?uvres protégées par verrou numérique. Le droit de copier une ?uvre à des fins de recherche, d'étude privée, de critique ou de reportage, disparaît en effet pratiquement si l'?uvre est protégée par DRM. Une loi 'pire que le Digital Millenium Copyright Act, estime Michael Geist. Si Prentice a donné une poignée de nouveaux droits aux consommateurs canadiens, chacun d'entre eux est l'objet de nombreuses limitations et est sapé par le verrouillage numérique'.

Ainsi le texte prévoit notamment que :

- L'interdiction du contournement des verrous numériques (DRM ou gestion des droits numériques), ainsi que la vente qui d'outils permettant ce détournement (certaines exceptions s'appliquent, telles que le iPod) .

- La limitation à une seule copie de fichier de musique par appareil, et seulement pour son usage personnel. Il est interdit de donner une copie à quelqu'un, même à un membre de sa famille.

- La pénalisation (déjà en application) du téléchargement et de la diffusion d??uvres protégées par des amendes pouvant s'élever jusqu'à 500 dollars (320 euros) par fichier téléchargé en aval (download) et jusqu'à 20 000 dollars (12 700 euros) par fichier rendu disponible via téléchargement en amont (upload).

- L'obligation pour les fournisseurs d'accès Internet « de transmettre un avis à l'abonné et de tenir un registre des renseignements pertinents (par exemple l?identité de la personne présumée avoir enfreint le droit d'auteur)'. C?est à dire de fournir aux ayants droit les informations nécessaires à d'éventuelles poursuites incluant l'envoi automatique d?informations concernant les logiciels d'échanges entre les particuliers (peer to peer).

- La limitation pour les particuliers à un seul enregistrement d'une émission (radio ou télévision) en vue d'une écoute en différé. Seule cette personne ou ses proches peut l'écouter ou le regarder. Il est par ailleurs interdit de le conserver indéfiniment : l'usager ne peut conserver son enregistrement que le temps d'un seul visionnement.

Mais aussi, les enseignants utilisant des contenus protégés pour leur cours ne pourront pas les conserver plus de 30 jours. Ou encore tous les documents échangés entre les bibliothèques devront être cryptés et supprimés au bout de 5 jours.

(...)'La question est de savoir qui est gagnant dans ce projet de loi? se demande Brendan Canning, co-fondateur de Broken Social Scene et membre du CMCC. Ce ne sont pas les musiciens. Les musiciens n'ont pas besoin de procès, nous n'avons pas besoin de protection DRM. Ce ne sont pas des choses qui nous aident nous ou notre carrière. Ce dont nous avons besoin, c'est un gouvernement qui est disposé à s'assoir avec toutes les parties prenantes et qui travaille à une politique équilibrée du droit d?auteur pour le Canada, qui ne répèterait pas les erreurs commises aux États-Unis.'

Le projet de loi C-61 doit passer en seconde lecture devant le parlement à l?automne prochain.

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posted by André Lemos at 6:08 PM - Permalink - Postar um Comentário


wThursday, April 10, 2008


Canada Mobile

Cheguei no Canadá com a ilusão que iria comprar um Nokia N95 ou um iPhone a preço de banana e que a conexão à web e outros serviços pelo celular seriam barato e fáceis. Doce ilusão. Os serviços são caros, os telefones, simples e, tirando alguns modelos da Blackberry e da HP é impossível achar nas operadoras um telefone de ponta como os novos Nokia ou o HTC Touch Cruiser, por exemplo (3G, GPS embarcado e computação móvel). É possível comprar no mercado alguns desses aparelhos desbloqueados, a preços razoáveis, mas os custos das operadoras são de assustar.



Alguns dados sobre o atraso canadense. Enquanto em países como Japão e Coréia a telefonia 3G já está na maioria do parque de celulares, só agora ela começa a pegar por aqui. Segundo dados da revista Convergence (n. 50), em 2006 só 1% da população que usa celular no Canadá usava esse tecnologia, enquanto que no Japão esse número supera os 80%. Os canadenses não usam email (e pouco usam SMS) e o uso da web é restrito pelo preço caro do tráfego de dados. Os outros serviços (caixa postal, saber quem ligou, etc, coisas correntes no Brasil) também são caros e as operadoras pedem contrato de 3 anos para oferecer alguma vantagem. No Japão, 85% das conexões à web se fazem pelo celular. Hoje podemos ver por aqui celulares e serviços de acesso a sites sociais, como o Facebook, e telefones com ?video-call?, mas ainda é bastante tímido e caro. Não vi ninguém na rua usando o ?video-call? por exemplo. Os canadenses são os que pagam as tarifas mais caras entre os países desenvolvidos. Vejam dados abaixo comparando as operadoras canadenses (em vermelho) e outras, estando em pior situação que países do terceiro mundo como Ruanda.




Alguns analistas explicam que a situação é assim (preocupante) pelo tamanho do país e pela baixa densidade demográfica. A taxa de penetração dos celulares é bem baixa, 56 telefones para 100 habitantes. Ele está lá pela trigésima posição no ranking mundial. Dados de 2007 indicam 19 milhões de usuários. Só para comprar, no Brasil, por exemplo, já passamos os 124 milhões. Segundo dados da Teleco, apenas em 2007 o número de telefones móveis passou o de fixos, sendo um dos, senão o último país do mundo desenvolvido a ultrapassar essa marca.


Fonte Teleco

Não vemos por aqui serviços de pagamento por celular para entrar no metro, em ônibus ou para pagar o parquímetro, por exemplo. Apenas o uso do Blackberry é mais visível (talvez por se tratar de uma empresa canadense). Fui em três lojas de operadoras de celular e perguntei por celulares 3G e ninguém sabia me dizer nada sobre eles ou sobre serviços.

Um parêntese (me lembrei agora): O serviço bancário também é, em relação ao Brasil, muito atrasado: faz-se pagamentos por cheques enviados pelos correios, as senhas dos cartões são de apenas 4 dígitos, não há possibilidade de tirar cheque nas máquinas (tem que pedir e leva mais de 15 dias para ficar pronto!) e não há chip nos cartões.

No que se refere a internet, no entanto, como já mostrei em outro post, há empresas oferecendo velocidade de 50mb/s, com TV e telefone no pacote com preços mais baixos do que o que temos a 1MB/s no Brasil só para a internet. Também há inúmeras redes sem fio gratuitas (Vancouver, Toronto, Montreal), como mostrei em outro post sobre a iniciativa do projeto "Ile Sans Fils" em Montreal. O projeto criou uma rede gratuita Wi-Fi com 400 pontos de conexão e mais de 60 mil membros.

Assim sendo, acesso sem muitas dificuldades e com uma ótima velocidade a internet em casa ou na rua, mas continuo sem um telefone celular.

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posted by André Lemos at 4:54 PM - Permalink - Postar um Comentário


wSaturday, April 05, 2008


Net Neutrality in Canada

Protestos sobre a quebra de neutralidade da rede pela Bell Canada gera protestos. Matéria do ars technica, "Canadians debating net neutrality in wake of Bell throttling", explica o problema. Campanha de protesto pode ser assinada na "Campaign fo Democratic Media". No site pode-se ler:



"Bell and Rogers are changing how the Internet works by dictating how Web users access content. Bell is limiting Sympatico subscribers from downloading content. Subscribers of Internet hosting companies that buy wholesale services from Bell have already been feeling the pinch since mid-March. This policy is more accurately referred to as 'throttling', and it fundamentally changes how the Internet works. Meanwhile, Rogers, in addition to its own traffic shaping activities, has announced it will charge subscribers more for Internet activities that use more bandwidth. Instead of users deciding how we use the Internet, ISPs are now trying 'shape' our traffic.

The companies argue they are trying to limit activities that use up a lot of bandwidth in order to maintain speed for all users. But there is a dangerous reality hidden beneath the companies' apparent concern for subscribers.

Using the same 'traffic shaping' principle, the companies can steer subscribers to their own content, or content produced by affiliated companies, and away from that offered by competitors - including the public broadcaster. For example, some Internet users who recently tried to download CBC's The Next Greatest Prime Minister on Bittorrent were told it would take hours to do so.

For more than a decade, the Internet was a neutral resource for people around the world to share information with each other.

Do we really want Bell and Rogers to be able to tell us what we can and cannot view and do on the Internet?"



Trechos do post do Ars Technica

"Arguments about network neutrality haven't made much headway in Canada (perhaps it's hard to get traction on all that ice?), despite several years of traffic shaping from cable operators like Rogers. But now that Bell Canada has jumped aboard the P2P throttling dogsled and is mushing ahead with all possible speed, the issue has suddenly become high-profile news, spawning numerous articles in the mainstream press and launching several strenuous protest movements. It has also led Bell to dig in, arguing that it not only has the right to throttle its own customers and its wholesale buyers, but that the government should butt out of the wholesale line-sharing business altogether.



Bell Canada has been shaping P2P traffic for its own DSL customers for some time, but a real furor erupted late last month when it was revealed that Bell was also using deep packet inspection gear to throttle the access it sold to its wholesale customers. P2P traffic was bandwidth-limited during the evening hours, despite the fact that legitimate groups like the Canadian Broadcasting Corporation have begun distributing video content using BitTorrent. This, of course, removed one of the keys ways that DSL resellers could differentiate themselves (no throttling here!) from Bell and it affected even those resellers who were explicitly anti-throttling.

The Canadian Radio-television and Telecommunications Commission (CRTC) is Canada's version of the FCC, and its acronym is just as vowel-free as its US counterpart. It has been the target of a complaint against Bell's tactics brought last week by the National Union of Public and General Employees. The labor labour union complained to CRTC's wonderfully-named boss, Konrad W. von Finckenstein, and demanded a full investigation.

'These Internet Service Providers are, with little or no public accountability, implementing measures that will discriminate against the use of legal software for legitimate uses,' said the NUPGE letter. 'This is unacceptable. The potential for violations of the privacy rights of users is clear. The continued silence on these matters by the CRTC and the Canadian government violates the trust the Canadian people have placed in you.'

In addition, the Campaign for Democratic Media today launched a pressure campaign of its own called "Stop the Throttler." The campaign targets both Bell and Rogers for traffic shaping, pointing out the many legal uses of a technology that is now being adopted by even the biggest of media companies, such as NBC Universal in the US.(...)"

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posted by André Lemos at 8:42 PM - Permalink - Postar um Comentário


wThursday, April 03, 2008


Cultural Sudies in Canada

Estive hoje a tarde na conferência de Imre Szemán, "Between Empire. Cultural Studies in Canada", promoção do "McGill Intitute for the Study of Canada". Szeman faz parte da Canadian Association of Cultural Studies, CACS. A conferência foi na bela sala da "Faculty Club" da McGill.



Alguns tópicos da conferência:

- Szemán esboça uma visão geral dos estudos culturais e o lugar do Canada, colocando-o na encruzilhada das influências britânica, americana e francesa, embora a França não utilize esse "label".
- Toda a sua fala, genérica e sem se deter nos detalhes dos temas caros a esse campo de pesquisa (media, gênero, globalização, corpo...), se baseia no livro que co-edita (com Sourayan Mookerjea e Gail Faurschou) e que deve sair no final de 2008, "Canadian Cultural Studies: A Reader", Duke Press.
- O livro tem três partes: Origins (McLuhan, Innis, Frye...); Contemporary Studies (Angus, Shields, Mackey, Straw...) e; Government Documents (relatórios governamentais sobre multiculturalismo, arte, bi-linguismo).
- De uma forma geral, as questões que balizam os estudos culturais canadenses estao ligadas à identidade nacional e a busca por uma maior definição (questão que está muito presente no dia a dia como venho constatando na minha experiência aqui), desde o dominio britânico até o multiculturalismo atual que predomina na sociedade canadense (não sem tensões, incoerências, mas sustentado politicamente).
- Para pensar no Canada (no futuro, na sua identidade) o autor afirma que devemos pensar que ele se parece mais com o Brasil do que com os EUA. No meu entender, a comparação é pertinente mais exagerada. Há várias diferenças. Uma delas é o multiulturalismo global. A sociedade canadense é composta, e continua a se constituir por asiáticos, ucranianos, poloneses, gregos, portugueses, latinos... Nós não temos essa cultura cosmopolita que se constitui atualmente aqui, não temos imigrantes atuais e tambem não migramos. Temos uma identidade plural de difícil definição (espanhola-portuguesa - italiana e alemã tb, indigena, africana, mestiça...), mas autóctone. Outra diferença é que não temos a forte influência britânica como aqui, onde a língua, a forma de governo, a influência intelectual são hegemônicas. Além disso não estamos colados nos Eua que consideram o Canadá como um quintal rico.

O evento foi interessante para ter uma visão geral e o livro que vai sair esse ano pode ser um bom termômetro para essa discussão. Os queijos e vinhos do coquetel e o papo depois também colocaram um tempero especial ao evento ;-))

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wFriday, October 12, 2007


Blackberry Gangs.

Gangues usam a segurança e a criptografia dos Blackberry para cometer crimes e dificultar o trabalho de vigilância da polícia em Vancouver, Canadá. Vejam trechos abaixo da matéria BlackBerry is criminals' gadget of choice, do Vancouver Sun:

"'The BlackBerry [server] was created with corporate data security in mind,' states the RCMP report, obtained by The Vancouver Sun through the Access to Information Act. 'Until recently, this system was only affordable by companies such as Telus, CIBC, and the like; they are now more affordable and it is easy for individuals to set up a network.' Imrie confirmed when police get a warrant for a criminal's BlackBerry messages it can be difficult to intercept them. 'The use of BlackBerrys may allow them to circumvent lawful access ... [with] the encryption involved in the transmission,' said Imrie. Even when police confiscate a criminal's actual BlackBerry, he said, cracking its password to view the messages stored on it can be a challenge. BlackBerrys are most popular among a gang's highest-ranking members, said Imrie."(...)

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