CARNET DE NOTES

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André Lemos is Associate Professor, Faculty of Communication, Federal University of Bahia, Brazil. PhD in Sociology, Sorbonne (1995), Visiting Scholar University of Alberta and McGill University, Canada (2007-2008). Coordinator of Cybercity Research Group (UFBa/CNPq) and Researcher level 1 at CNPq. Member of Prix Ars Electronica, Wi. Journal of Mobile Media and Canadian Journal of Communication Board. This Carnet is online since March 1st, 2001.


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wWednesday, April 29, 2009


No Territory


Foto enviada na lista do GPC. 'Vem do blog "Falando na Lata" e discute os excluídos da telefonia celular. Na Bahia, metade dos municípios não tem acesso. Vejam sobre esse tema o texto de Rich Ling, The Rise of Mobile Divides.

A foto mostra que aqui não há terriório informacional!


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posted by Andre Lemos at 5:40 AM - Permalink - Postar um Comentário


wSunday, April 26, 2009


Pós-Estranho

Mais uma repercussão do Manifesto sobre as Mídias Locativas no Pós-estranho do professor, escritor e tradutor Fábio Fernandes.

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posted by Andre Lemos at 7:58 AM - Permalink - Postar um Comentário


wSaturday, April 25, 2009


Vincent Cerf


Cerf, na USP. Foto by Bonix on Flickr

Considerado o pai da Internet (criador do protocolo TCP/IP), Vint Cerf afirma que a cópia faz parte da essência da internet e destaca a importância dos celulares como forma de lutar contra a exclusão digital. A matéria é do El Pais e me veio pela lista "ciberativismo".

Trechos:

(...) "En Internet es tan fácil duplicar el material que no tienen sentido las restricciones actuales. Las normas se basan en controlar las copias, pero esa es la esencia de la Red. Hace falta un modelo de explotación de contenidos que respeten la creación original y promuevan la creatividad. Una fórmula de éxito que tiene gran aceptación es iTunes". Cerf no apuesta por penalizar, sino por enseñar a los usuarios: "Poner restricciones y multas no es el camino. Es mejor enseñar a la gente a reconocer a quien crea, a valorar la información y a pagar para que se
sigan creando buenos contenidos". (...) "Hay que separar poderes entre proveedores de
servicios, de contenidos y de conexión", dice Cerf, que sigue apostando por la neutralidad en la Red "para mantener el compromiso democrático".

(...) "Cerf destacó la importancia del desarrollo del acceso a la Red desde dispositivos móviles: "En África mucha gente descubre Internet por primera vez desde un teléfono. Ése es
uno de los motivos para que tengamos el sistema operativo Android, para que se puedan hacer aplicaciones en un dispositivo portátil que sirve para todo tipo de comunicación".

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posted by Andre Lemos at 7:34 PM - Permalink - Postar um Comentário


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Sensing, Context, Place, Territory

Para fechar a semana, um conjunto de projetos e vídeos que mostra a relação das mídias locativas com as cidades na criação de novos sentidos dos lugares e, consequentemente, na transformação das formas de mobilidade e sociabilidade nas grande metrópoles (agradeço os que me enviaram links!).

Primeiro o vídeo "Context Aware Mobility Project", mostrando um sistema que reaje ao contexto e informa aos usuários sobre as redes wi-fi e 3g disponíveis no caminho e em seus trajetos futuros. Vemos aqui com a territorialização informacional dos lugares (fusão de dimensões físicas e eletrônicas) interferem nas práticas urbanas de mobilidade, tendo impacto direto nas formas de comunicação e sociabilidade.



Ja o vídeo, "Participatory Sensing", chama a atenção para o potencial participativo do uso das mídias locativas para coletar dados sobre o meio ambiente urbano. Aqui, a territorialização informacional permite uma ação mais consciente do espaço urbano, podendo ajudar no desenvolvimento de políticas públicas que transformem as práticas ambientais locais. Mais uma vez a visualização de dados criados de baixo para cima e de forma participativa engaja os participantes em uma busca constante para redefinirem os seus hábitos de mobilidade, sociabilidade e comunicação. Sentir coletivamente um lugar é uma forma de construir aí um sentido social.



Agora dois projetos brasielrios em "locative media art" que exploram o espaço urbano para marcá-lo, seja como um jogo, no projeto Lugar, seja como uma performance artística, como em Territórios 23°34' S 46°39' W. Interessante ver que ambos usam as mídias locativas para reforçar a criação de um sentido de lugar, sendo bem explícitos em seus nomes. O primeiro, Lugar, é um jogo para desenhar com um GPS a letra "L", de lugar, em cidades como Tóquio e Curitiba e o outro, "territórios", usando câmeras e GPS para uma performance na Galeria de Arte Sesc Paulista.

Abaixo imagens e descrição da ação urbana LUGAR:

"Lugar é uma ação urbana criada por Tom Lisboa que teve início em outubro de 2008, em Tóquio. LUGAR é uma espécie de jogo que (como qualquer jogo) é orientado por um conjunto de regras. O objetivo é "desenhar", caminhando, a letra L (de lugar) na planta de determinado espaço urbano e, ao mesmo tempo, desenvolver um ensaio fotográfico neste trajeto".

Agora, descrição e um vídeo do Territórios 23°34' S 46°39' W:

"Foram realizados mapeamentos com dispositivos de GPS e câmera de vídeo sem desprezar os 'ruídos' decorrentes dos sistemas de captura empregados e das interferências atmosféricas do entorno.

A partir do material coletado foram criadas visualizações audio-visuais controladas por sensores infravermelhos relacionados ao fluxo do interior da galeria que incidiam nas projeções externas da fachada devolvendo ao espaço urbano uma construção estética da sua própria complexidade e ao mesmo tempo uma deconstrução da idéia da cidade como cartão postal."

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posted by Andre Lemos at 5:58 PM - Permalink - Postar um Comentário


wFriday, April 24, 2009


Comentário sobre o Manifesto sobre as Mídias Locativas

Comentário do Marcus Bastos sobre o meu Manifesto sobre as Mídias Locativas no blog do Vivo arte.mov - Festival Internacional de Arte em Mídias Móveis:

"Saiu na revista 404notfound o Manifesto sobre as Mídias Locativas, de André Lemos. Autor de textos importantes sobre os aspectos sociológicos da relação entre cultura digital e espaços urbanos, Lemos tem se dedicado mais recentemente à pesquisa e à experimentação com tecnologias pervasivas, mídias portáteis e aparelhos com recursos de geolocalização, como o GPS. Seu manifesto sugere trajetos pelo avesso dos aspectos mais positivos das tecnologias de localização, em tom que remete a trabalhos inspirados em procedimentos de flanêrie e psicogeografia, como o raramente lembrado Following Piece (Vito Acconci, 1969). O texto se aproxima do pensamento de desconstrutores da geografia de matriz cartográfica/ptolomáica, como o Michel de Certeau de The practice of everyday life, ou o Henri Lefebvre de La production de l?espace. Mas, focado nos aspectos tecnológicos que constróem as novas cartografias dos tempo de Google Earth e latitudes domésticas, sugere acrescentar aos caminhos das geografias atuais procedimentos de reversão de mapas estáveis e disseminação de protocolos abertos. Ao explorar os interstícios que surgem no intervalo entre mobilidade e imobilidade, reinvindica o entendimento do mapa como mídia e alerta para o fato de que toda cartografia tem uma dimensão social inerente que não pode ser desprezada."

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posted by Andre Lemos at 1:41 PM - Permalink - Postar um Comentário


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Locative Media Art



Acabo de colocar o verbete "Locative Media Art", ou "Arte com Mídias Locativas", na enciclopédia de Arte e Tecnologia do Itaú Cultural. Sou responsável pelo gerenciamento desse verbete durante o ano de 2009. A enciclopédia já é uma referência no Brasil e se caracteriza como um ambiente aberto e colaborativo nos moldes da Wikipedia. Comentários, sugestões, indicação de artistas, obras e biblografia são muito bem vindos!
Vejam mais aqui: Enciclopédia Itaú Cultural Arte e Tecnologia

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posted by Andre Lemos at 9:30 AM - Permalink - Postar um Comentário


wTuesday, April 21, 2009


Locative Media Manifesto



Acabo de publicar na 404nOtF0und um manifesto sobre as mídias locativas (em breve publico também em inglês). Depois de alguns anos pensando no assunto, esse manifesto chama a atenção para o futuro do desenvolvimento das tecnologias e serviços baseados em localização, para a nossa relação com o espaço público e para as relações sociais e comunicacionais na era da internet das coisas.

Vejam o texto na íntegra aqui: 404_71 - Manifesto Midia Locativa

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posted by Andre Lemos at 6:31 PM - Permalink - Postar um Comentário


wThursday, April 16, 2009


Mídia Locativa na Prática

Desbravando Palmas em nova Ciberflânerie

Palmas at EveryTrail

Map created by EveryTrail:GPS Geotagging

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posted by Andre Lemos at 8:21 AM - Permalink - Postar um Comentário


wTuesday, April 14, 2009


Hyperlocal



Estou dando um curso aqui em Palmas sobre Mídia Locativa no DINTER (doutorado interinstitucional) na Unitins pelo nosso PPGCCC e hoje pela manhã, antes da aula, vi essa matéria do NYT sobre jornalismo hiperlocal: ?Hyperlocal? Web Sites Deliver News Without Newspapers de Claire Cain Miller e Brad Stone. O tema foi debatido na aula. Tenho centrado o debate na fase atual do desenvolvimento da cibercultura que tenho ilustrado com a metáfora do "download" do ciberespaço, colocando ênfase no uso dos lugares (contra toda uma tendência da primeira fase da internet, a fase do "upload", do ciberespaço "lá em cima").

Na matéria o que é interessante é, em primeiro lugar, claro, a dimensão hiperlocal no jornalismo (já que ele é sempre local, mesmo com editorias internacionais), onde as noticias são oferecidas em função da localização do usuário (saber sobre meu bairro, minha rua, etc) e, em segundo lugar, pelas característcas pós-massivas desse novo "jornalismo locativo" hiperlocal que utiliza, além de outras fontes oficiais instritucionais do lugar, a produção da blogosfera. Como afirma a matéria, pode ser uma concepção "ultra liberal" de jornalismo e mesmo um jornalismo sem "matérias jornalísticas". Esta discussão é bem interessante e merece ser aprofundada. Mas, por um lado ou pelo outro, esse é mais um exemplo da inflexão espacial dos estudos das mídias atuais.

Vejam trechos da matéria em destaque:

"If your local newspaper shuts down, what will take the place of its coverage? Perhaps a package of information about your neighborhood, or even your block, assembled by a computer.

(...) The sites, like EveryBlock, Outside.in, Placeblogger and Patch, collect links to articles and blogs and often supplement them with data from local governments and other sources. They might let a visitor know about an arrest a block away, the sale of a home down the street and reviews of nearby restaurants.

One of the most ambitious hyperlocal sites is EveryBlock (...). It fills those sites with links to news articles and posts from local bloggers, along with data feeds from city governments, with crime reports, restaurant inspections, and notices of road construction and film shoots. (The New York Times has a partnership with EveryBlock to help New York City readers find news about their elected officials.)

(...) ?We have a very liberal definition of what is news. We think it?s something that happens in your neighborhood,? said Mr. Holovaty, 28, who worked at The Washington Post before creating EveryBlock two years ago.(...)

An iPhone application lets users read articles about events within a thousand of feet of where they are standing. Outside.in, which is based in Brooklyn, licenses feeds of links to big news sites that want to deepen their local coverage, like that of NBC?s Chicago affiliate. (...)

?In many cities, the local blog scene is so rich and deep that even if a newspaper goes away, there would be still be plenty of stuff for us to publish,? said Mr. Holovaty of EveryBlock."

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posted by Andre Lemos at 7:32 PM - Permalink - Postar um Comentário


wSunday, April 12, 2009


NavBall

Mais um jogo com celular e GPS. Equipes jogam futebol, com bola e gol virtual, no meio da rua...O jogo foi lançado em 2007. Vejam descrição e vídeo do jogo:



"NavBall will experience its ?World Premiere? at the Come Out and Play Festival. This game will bring together GPS gaming, ball and team sports into an action packed 45-minute game. It features 2 teams of 11 players each that will attempt to score as many goals. The ?ball? and ?goal? are placed on a map of Amsterdam and the players have to get into formation to kick the ?ball? at the right angle and speed to make a goal. The players have to move around the city with their GPS enabled phones in order to achieve this."

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posted by Andre Lemos at 10:35 AM - Permalink - Postar um Comentário


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Mobile Metropolis


Imagem de bgiles1999

Post Account from The Mobile Metropolis Conference: "Locative Media as an indispensable portion of the metropolis" faz uma boa resenha do evento The Mobile City conference que ocorreu no Dutch Architecture Institute (NAi) em fevereiro de 2008. Vou replicar alguns trechos, dando importância à questão da mobilidade, mapas e desafios dos projetos com mídias locativas. Mandei um trabalho para esse evento, fui aceito mas não pude me afastar de Montreal onde estava na época. Uma pena. Mas estabelecemos uma boa relação com o Martijn de Wall, um dos organizadores do evento.

Sobre os desafios das Mídias Locativas:

"(...) The rise of peregrine, locative media is clearly unmistakable. The conference description couldn't be more on the spot: The physical, geographical city with its piazza's, its neighborhoods and highway interchanges is overlaid with the virtual space' of electronic communication-, information- and observation-networks of GSM, GPS, CCTV, UMTS, WIFI, RFID, ETC. At the same time, the domain of digital space is increasingly becoming physical, an "internet of things".' And the questions posed are highly relevant to the city landscape, changing under the influence of locative media: What are useful concepts to talk about the merging of physical and digital spaces? What bonks intend for urban civilization, citizenship and individualities? And what hump intend for the work of urban professionals ( designers, decorators, contrivers ), media decorators, and academicians?"

Mapas e representação social:

(...) Locative Media is maybe look on a unusual other infinite, which locomotes beyond the top-down image of the Gods. ' Keeping: I 'm singular: Are we comfy corresponding our metropolises like that? ' More specifically, what is corresponded in technofetishistic visualiations of locative media, and what sort of societal dealings are generated by this technofestishism? According to Nold old maps sometimes furnish much richer representations of what is moving on, exemplary of this is a map Nold demonstrates in which nymfs correspond woods. So far, locative media holds been predominantly about footings that make not embrace any societal community edifice: gathering, part, drama, visualise and imagine. Perchance it is utile to complement these footings with: collaborate, archive, educate, challenge, alteration behavior and organise. Of which the latter is possibly the most important one, with regards to for instance smart rabbles, Nold: People are making all rather material with cellular telephone, how makes this lead to societal interaction? (...) Nold punctuate that it is important to take locative media seriously, alternatively of being simply a nice techno-fetishistic contrivance."

Mobilidade e suas complexidades (motor, velocidade, pulsação, caminho, luxuria e clash)

"Tim Creswell speaks from within a model of twenty ages of conceiving about spot and mobility. (...) Mobility is seen differently by many groupings. It can be comfy or free, it can be handled man or woman, by domestic servan or refugee. Creswell takes the representative of the Mexican immigrant that is attempting to get into the United States. On the other terminal of the spectrum, there is the macrocosm that prise the man of means, the globetrotter, who utilizes first family cabins and pullman. Consequently, there are certain facets of mobility. Creswell: It is not merely homogeneous, but something that holds facets to that to be delimited for analytic aims. ' He delimits six facets. Foremost there is the motor force: Why makes a thing locomote? Creswell: High, people can take goals according to joyfulnesses they offer, low down people are thrown inapposite they would care to remain inwards. ' Secondly, there is speed. How fast makes a individual or thing move? Creswell: The faster we get, the more our freedoms arethreatened.Speed doesnt merely intend speed, but besides awkwardness. clumsiness can be a privelege. ' Thirdly, there is beat. With what beat makes a mortal or thing move? Beat publicly infinite is discourse by Lefebvre. (...) The function of people 's walkings, nonetheless holds been integrated with cctv, essentially to encounter out who is walking in a mirthful mode. The quaternary is the path, what path makes a soul or thing take? Creswell references Guattari in that facet. Path is about the channeling of mobility. About producing order and predictability. Highways, highspeed train lines snub metropolises in between and itineraries are turned into dromological infinite. 5th: How have sex experience? Creswell: Mobility is seen such as luxury and indulging, believe of the economy and concern category which gives you more; cans, cyberspace, movies,etc. ' In earlier ages, walking was for the hapless, the felon, the immature and above all the ignorant. Creswell: It was not untill the Nineteenth century that people commenced to take walking as an terminal in itself, beyond the confines of the landscaped garden or gallery. ' The 6th facet of mobility is clash: How makes mobility halt? Is halting a pick, or is it hale? New descriptor are not about the metropolis walls, but about higlhy valued velocities, planetary interconnectednesses and CCTV. This is likewise about racial profiling: Blacknesses are more prone to be halted by constabularies. And in station 9-11 U.K., a man was hitted in the mind who maked not halt in an belowground tube station. Creswell: Clash, so, is an important constituent of mobility surveys.(...)"

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posted by Andre Lemos at 10:14 AM - Permalink - Postar um Comentário


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Cloud Computing


Imagem do How Staff Works

Essa semana circulou o "open cloud manifesto" buscando garantir padrões abertos para o que se vem chamando da nova era da informação, a da computação distribuída ou "nas nuvens". A computação nas nuvens é uma solução para empresas de TI compratilharem infraestrutura e proporem programas que podem ser rodados de qualquer computador sem a necessidade de baixá-los. A IBM e o Google foram as primeiras a adotar essa nova forma de condomínio. As ferramentas como Gmail, Google Docs, Agenda, do Google, são exemplos de computação nas nuvens. No Brasil as primeiras experiências datam de 2007.

O termo é meio complicado mas refere-se à possibilidade de acessar informação "nas núvens de dados", sem ter a necessidade de instalar programas nos clientes. Outro objetivo é fazer com que empresas possam compartilhar infraestrutura, hardware e software. Vejam uma definição menos complexa no How Stuff Works:

"(...) Instead of installing a suite of software for each computer, you'd only have to load one application. That application would allow workers to log into a Web-based service which hosts all the programs the user would need for his or her job. Remote machines owned by another company would run everything from e-mail to word processing to complex data analysis programs. It's called cloud computing, and it could change the entire computer industry.

Although cloud computing is an emerging field of computer science, the idea has been around for a few years. It's called cloud computing because the data and applications exist on a "cloud" of Web servers.

In a cloud computing system, there's a significant workload shift. Local computers no longer have to do all the heavy lifting when it comes to running applications. The network of computers that make up the cloud handles them instead. Hardware and software demands on the user's side decrease. The only thing the user's computer needs to be able to run is the cloud computing system's interface software, which can be as simple as a Web browser, and the cloud's network takes care of the rest."

Dessa centralização de infraestrutura, hardware e software problemas emergem: Deslocalização da força produtiva, dispersão de padrões, segurança... Post do Trezentos de Eduardo Marcel Maçan alerta para algumas dessas questões:

"(...) Para os meros mortais que sobrevivem utilizando a tecnologia para suportar os processos e estratégias de negócios no mundo corporativo 'a nuvem' começa a se desenhar como sinal de desgraça iminente. Se toda a infraestrutura de negócios vier a estar 'na nuvem" (o que quer que isso seja) o trabalho dos que operam esta infraestrutura se tornará desnecessário, a não ser é claro que você trabalhe para alguém que forneça 'a nuvem'.

(...) Existem muitos fornecedores de infraestrutura e serviços de internet diferentes que são comumente chamados de 'computação em nuvem', mas cada um com o seu próprio padrão e seus próprios serviços. Ao escolher hoje o seu fornecedor de serviços 'na nuvem' um dirigente de TI não estará automaticamente economizando milhares de dinheiros. Estará incorrendo em um projeto de conversão de sistemas que o irá amarrar ao fornecedor de serviços para sempre, ou até que seja necessário mudar para outro provedor de serviços, quando uma nova conversão e gastos se farão necessários.

(...) Precisamos de um sistema de computação em nuvem aberto e livremente acessível a desenvolvedores do mundo todo. O projeto hadoop da apache foundation é hoje o melhor e mais provado sistema para infraestrutura de serviços distribuídos LIVRE que temos.

Devíamos nos unir para criar tal infraestrutura distribuída nem que cada indivíduo provesse em sua casa um nó de um grande grid de computadores ligados à internet em seus ADSLs domésticos. Precisamos popularizar o entendimento do conceito e criar o conhecimento necessário para o uso efetivo destas tecnologias."

O Open Cloud Manifest também prega a distribuição livre.

Definição:

"The key characteristics of the cloud are the ability to scale and provision computing
power dynamically in a cost efficient way and the ability of the consumer (end user,
organization or IT staff) to make the most of that power without having to manage the
underlying complexity of the technology. The cloud architecture itself can be private
(hosted within an organization?s ?rewall) or public (hosted on the Internet)."

Princípios:

"1. Cloud providers must work together to ensure that the challenges to
cloud adoption (security, integration, portability, interoperability,
governance/management, metering/monitoring) are addressed through
open collaboration and the appropriate use of standards.
2. Cloud providers must not use their market position to lock customers
into their particular platforms and limit their choice of providers.
3. Cloud providers must use and adopt existing standards wherever
appropriate. The IT industry has invested heavily in existing standards
and standards organizations; there is no need to duplicate or reinvent
them.
4. When new standards (or adjustments to existing standards) are needed,
we must be judicious and pragmatic to avoid creating too many
standards. We must ensure that standards promote innovation and do
not inhibit it.
5. Any community effort around the open cloud should be driven by
customer needs, not merely the technical needs of cloud providers, and
should be tested or veri?ed against real customer requirements.
6. Cloud computing standards organizations, advocacy groups, and
communities should work together and stay coordinated, making sure
that efforts do not con?ict or overlap."

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posted by Andre Lemos at 9:19 AM - Permalink - Postar um Comentário


wSaturday, April 11, 2009


Picture of the Day

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posted by Andre Lemos at 6:57 AM - Permalink - Postar um Comentário


wFriday, April 10, 2009


Ponte

Olhando para o futuro. Imagem da futura (?) Ponte Salvador - Itaparica e a apropriação social do lugar. Bastante verossímil. Tudo é mesmo locativo! (via email do Marcos Palacios). Clique para ver a imagem ampliada!

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posted by Andre Lemos at 9:42 AM - Permalink - Postar um Comentário


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Locative Media

Pensamentos, reflexões e projetos com mídias locativas. Primeiro, reflexões sobre o projeto do Eric's Blog buscando dar sentido ao local onde vive: "Starting in the neighborhood where I lived when I was in Los Angeles. As I map this area, I recall the places I passed through, the buildings I saw, the moods of the neighborhoods. Using OpenStreetMaps, with the assistance of ariel imagery, I will draw buildings and recall my personal experience with the places on the map. The unexpressed psychology of the landscape unfolds as I map places I've been, remembering my passage through these areas."

Alguns projetos interessantes como Field Works, buscando recriar memórias coletivas com vídeo e localização por GPS: "Field-Works is a series of projects which reconstrust collective memories into cyberspace as a kind of video archive by using position data captured by GPS and moving image captured by Video. The project started from 1992. In 2005, two projects launched in Graz, Austria and Geneva, Swiss. Both are interview projects and discuss the identity of the city. Contents focuses the place and border between country and language and video interviews are ordered according to the geographical positions which collected by GPS."



Hybrid Playground cria novos sentidos a um lugar bem conhecido das cidades, os parquinhos infantis. O projeto transforma o lugar em um videogame para crianças. Cria-se aqui um espaço de jogo eletrônico no parquinho fisico. Vemos um exemplo concreto de territorialização informacional do parque e como os lugares não desaparecem mas são ressignificados. Vejam a descrição do projeto de Clara Boj e Diego Díaz:

"El proyecto Parque Hibrido consiste en la creación de un nuevo entorno de juego para el desarrollo de experiencias lúdicas interactivas en el escenario de un parque urbano. Mediante un sistema de sensores de fácil instalación e invisibles para los niños, los elementos del parque se convierten en elementos interactivos que nos permiten obtener datos que son analizados y transformados para formar parte de la dinámica del juego. Estos datos, asi como las instrucciones de juego, se presentan mediante unos dispositivos adaptados a un brazalete que los niños llevan mientras juegan.(...) El objetivo último de esta propuesta es el de acercar las experiencias de juego interactivo (que normalmente ocurren delante del ordenador o la consola en lugares privados) al espacio público y de esta manera animar a los niños a jugar en la calle, disfrutando de los beneficios vinculados al aire libre, el ejercicio físico y el contacto con otros niños."





Resumo de uma artigo interessante sobre o tema: Locative Media and Artistic Practice: Explorations on the Ground:

"The term locative media refers generally to the communication technologies involving location; ie, those providing a link or information relating to a specific place via devices such as GPS, mobile telephones or PDAs, laptop computers or wireless networks. These media are now fully integrated into our daily lives and lead to a whole series of social, professional and cultural routines. Likewise, they have catalysed a certain level of curiosity and concern both in terms of artistic practice and academic study. In this issue of Artnodes, we want to contribute to the academic debate on locative media. We focus specifically on artistic projects that use these media for distinct aims, from political activism to games, or the different ways of appropriating these technologies. This allows us to see, from a conceptual perspective, that all these projects share an idea of the notion of space: how it is ordered, how it is represented, or what kind of social interaction takes place there. These are the underlying questions in each and every one of these locative media projects."

Outro porjeto interessante já bem conhecido é o Nomadic Milk. O projeto traça o caminho do leite, da vaca até o consumidor. Alunos da minha disciplina Midia Locativa estão fazendo o mesmo, mas com a informação jornalística": O caminho da notícia, do fato até o leitor. Veja o projeto Nomadic Milk no Brasil agora, em abril de 2009, com vacas com GPS no Mato Grosso e performance no Centro Cultural São Paulo. As fotos são do site do projeto.


(vaca com GPS)


(performance no CCSP)

Outro mapeamento colocando em forma de mapas (fixando localizações) de práticas de mobilidade urbana. Aqui os pontos para prática do skate em São Francisco:

"so, for my project I decided to put together a map of all the skate spots in and around SF state. (...) I made this map in hopes that everyone goes skating on their breaks to help remove the stigma away from skateboarding on campus. It worked for bikes, right? Anyways, I made the map in google maps. I'm hoping to add as many skatespots in San Francisco as possible, so if you have some information or pictures, that'd be totally radical if you sent them my way."



E ainda em SF, vejam esse depoimento sobre localização, deriva, se perder...Do Pervasive Media Studio: Lost in San Francisco:

"I'm constantly surprised by how many people now have iPhones, but more even more so by how actively people are engaging with the wealth of applications it has to offer. It was our last night in San Fran and 3 lively characters had offered to take us out for dinner in the Marina district, well known as a more up-market, Cliftonian place full of fancy wine bars and sake restaurants. So as we rolled around the hilly streets looking for parking out come the iPhone. In this case the humble human eye triumped over the GPS enabled, hyper-connected hand-held map, spotting a car park relatively easily. When it came to finding our restaurant, out came the device again and off marched our tour guide, nose pressed to the screen, turning this way and that, slowing her pace with every wrong turn. The bizarre thing was that she paid absolutely no attention to her actual real-world surroundings, trusting instead the blue cross-hair in the Googlemaps application to determine her location. She navigated herself by a series of trial and error decisions aimed at making the cross hair move in the direction of the restaurant, as opposed to using a little logic and deduction based on the street names and land marks around her.

In actual fact we were only a block or two away but the iPhone and its driver sent us in circles! The moral for this story is not yet forthcoming but I leave you with the thought that, if we are not careful, we risk dumbing ourselves down to the point of needing constant digital support systems to undertake the simplest of tasks. All the more motivation to design an application that responds to a genuine need or desire, to one of the irrepressable human impulses to play, to learn or to share..."


Sobre a Internet das coisas, principalmente sobre as etiquetas de radiofrequência, RFID, na CNN. Trechos da matéria "internetting everywhere":

"It's called 'The Internet of Things' - at least for now. It refers to an imminent world where physical objects and beings, as well as virtual data and environments, all live and interact with each other in the same space and time. In short, everything is interconnected.(...) "The Internet of the future will be suffused with software, information, data archives, and populated with devices, appliances, and people who are interacting with and through this rich fabric." (Vint Cerf)

(...) Bruce Sterling, one of the pioneers of cyberpunk literature in the 1980s and an active sci-fi guru, neologized the term "spime" in 2004 to refer to any object that can define itself in terms of both space and time, i.e. using GPS to locate itself and RFID to trace its own history. "Whatever a Web page can do, so can a pair of shoes," says rafi Haladjian, the visionary co-founder of Violet. (...)"The distinction between 'real' and 'virtual' is becoming as quaint as the 19th century distinction between 'mind' and 'body,'" says Usman Haque, Pachube's creative director. "We want to bring about a connectivity between the physical world, its objects and spaces, and the virtual world of Web sites and environments."(...)"


Sobre arte locativa:

"It's been said that locative art was born the day the Cold War ended. Once consumers got hold of previously restricted technology that could more accurately pinpoint their position on a map, it was only a matter of time before artists started to explore how it could be used creatively. The combination of GPS technology and software like Google Earth and applications such as YouTube further opened the way for some unique and perhaps genuinely new art experiences. (...)


Spiral Jetty (1972), de Robert Smithson

The question of course is whether the art is as new as has been claimed. Land art projects of the 1970s - monumental projects like Robert Smithson's Spiral Jetty from 1970 or Michael Heizer's City, begun in 1972 and still going - are the artistic ancestors of many of the new projects. It might be argued that the new projects are more ephemeral than a gigantic pile of stones but artists like Andy Goldsworthy are among the best known of a more recent generation who have made art in the landscape that is intentionally transitory."

E agora sobre novas narrativas com a locative media art com as GeoTales de Daniel B Rogers (UK/DE), Gwenola Wagon (FR), Matthias Stevens (BE) and Esther Polak (NL). Vejam abaixo os projetos descritos no post.

gwenola1.jpg

"Gwenola presented a series of projects made with Nogo Voyages, proposing experimental travels through unexpected peripheral territories and using GPS technology. Their project Moillesullaz 1:1 was created in collaboration with Matthias Stevens who developed the software part. Matthias, developer specialized in geo-localisation, talked also about his current research on locative media projects using smart-phones."

daniel1.jpg

"While Daniel talked about his daily practice of mapping, Esther showed her visualization approach, going from digital to physical (with sand tracks made by a little robot). We could see here two perfect complementary approaches in many ways, going from personal to global data?s, from urban to rural environments, and from a nearly pictorial interpretation to a collaborative, involving, multiple experience."

esther4.jpg

Concluindo:

Todas as idéias, projetos e experiências desse post apontam para o "download" do ciberespaço, para o uso dos lugares a fim de resgatar experiências estéticas, comunitárias, comunicacionais ou polítcas usando, de forma crítica, as tecnologias e serviços baseados em localização que aliam, paradoxalmente, mobilidade e localização, movimento, fluxo, e parada, raiz, morada. Nessa tensão, novos lugares e novas dimensões de antigos lugares aparecem. Vemos cada vez mais experiências que colocam as novas tecnologias digitais, portáties e conectivas, a serviço da "situação". Elas passam assim a ajuda aquilo que é próprio da nossa maneira de estar no mundo: "ter que construir para habitar" (Heidegger). É da situação que aprendemos, pensamos, jogamos, vivemos. A aprendizagem, a memória, a cogniçao, a vida social só existe em uma dimensão: a dimensão locativa.

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wTuesday, April 07, 2009


Sur-viv-all



Acaba de ser publicado o novo número do canadense "Wi: Journal of Mobile Media", Spring 2009, com a publicação do artigo sobre o projeto Sur-viv-all, que fizemos (Fiorelli, Lemos, Shields) em Edmonton no inverno 2007-2008. A experiência tentou, com um GPS logger, computadores, câmeras de foto e vídeo e palms, fazer um mapeamento de pontos de redes sem fio (wardriving) no percursso e escrever, em 40 km, de carro, a palavra SURVIVALL a uma temperatura externa de quase -30 graus centígrados. A escrita invisível com o GPS tentou aprender o imaginário canadense que, segundo a romancista Margaret Atwood, é impregnado pela busca da "sobrevivência". A íntegra do artigo pode ser acessada aqui: SUR-VIV-ALL: Locative Art.

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wSunday, April 05, 2009


França e Regulaçao da Internet no Mundo

Na calada da noite, deputados aprovam na França lei que pune com retirada do acesso à internet por um ano aqueles que baixarem arquivos ilegais na rede. Atitude draconiana, controversa e ineficaz. Aqui a lei Azeredo está sendo radicalizada com a nova versão chamada de lei Tarso Genro. Vejam o texto abaixo circulado na lista "ciberativistas".

In the dead of night, 16 French lawmakers approve bill that punishes accused downloaders
By Angela Gunn | Published April 3, 2009, 4:25 PM
Do not cue the stirring and courageous strains of La Marseillaise: In an unscheduled late-night vote with just a few lawmakers present, French Secretary of State Roger Karoutchi pressed the National Assembly to vote immediately on HADOPI, the controversial "Creation and Internet Law" that would deprive citizens of Net access for up to a year if they're accused of illegal file-sharing. The bill passed 12-4.

The Open... blog has a useful translation of Numerama, one of the first French-language blogs on the scene. French observers reported earlier this week that HADOPI will be enforced in part by software to be installed on every computer, keeping the machines under constant surveillance by the users' ISPs.

Vejam abaixo o estado da regulação da internet no mundo (via Xo Censura). A França agora é uma realidade:

"A revista Foreign Policy fez uma lista de cinco democracias que deram
para atacar a Internet. O resumo:

Austrália: O governo australiano criou uma lista de sites proibidos
dentre os quais está até um site de um dentista do estado de
Queensland. A lista faz parte de um projeto de lei que dará a
Autoridade Australiana de Comunicações e Mídia (ACMA) o poder de
elaborar uma lista com sites que os provedores australianos terão que
filtrar.

França: O governo Sarkozy pretende criar uma autoridade de direitos
autorais na Internet e punir os violadores de tais direitos e pelo
projeto de lei o responsável pela conexão será penalizado mesmo que o
uso desta conexão por parte do real criminoso seja de forma maliciosa.

Índia: O CERT-In tem autoridade para listar sites que não poderão ser
acessados a partir da Índia e a decisão de bloqueio não está sujeita a
revisão. Uma tentativa de censura judicial contra o Google Earth não
teve sucesso.

Argentina: Maradona conseguiu que a Justiça federal argentina
proibisse o Google e o Yahoo! de associar seu nome com sites
pornográficos (ao meu ver, mais um caso de Google bomb).

Coréia do Sul: Tecnicamente em guerra com a Coréia do Norte, a Coréia
do Sul utiliza-se de sua Lei de Segurança Nacional para patrulhar o
conteúdo da Internet. A Coréia do Sul, por meio de seu Centro de
Notificação de Informação Ilegal e Danosa, mantém uma extensa lista de
sites proibidos."

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