
![]() Visit Ciberativismo ![]() ![]() CARNET'S QRCODE
BIOS RESEARCH Program in Contemporaries Communication and Culture Cybercity Research Group (GPC) CyberUrbe/ IV SoulCyber (2004) (Finished) LECTURES BLOGS Cyberculture, First Steps (Finished) ART PROJECTS p align="center">TWITTERATURAhttps - high tech total popular stickers Windows of the World (Finished) PUBLICATIONS MY BOOKS ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]()
IDENTITÉ, Montreal, Canada (NEW!) ![]() SUR-VIV-ALL, Edmonton, Canada (NEW!) ![]() WI-FI SALVADOR (NEW!) ![]() CIBERFLÂNERIE (NEW!)
Mais CiberFlâneries aqui (NEW!)
FEEDS DO CARNET
Llicenciada sob Creative Commons. |
Comments:
Olá, André
Belo post! Jornalista que sou, tive a mesma sensação que vc, hoje - sites e TVs de nada me serviram. As decisões que tomei sobre como me locomover na cidade submersa vieram via interação no Twitter. Abraços, Ana F.
Acompanhei tudo pelo twitter, e ia espalhando aqui em casa, gritando para o povo. E me perguntavam, aonde tinha visto essas informações,qdo dizia internet,me perguntavam logo, em que site? Em nenhum site de noticias, no twitter mesmo,meu atual vicio informativo.
Ia lendo o que a galera dizia, e ao mesmo tempo procurando nos sites e nadaaaa! Na tv só passava aqueles filmes antigos e Senhora do Destino, enquanto o destino de várias pessoas iam mudando por conta do diluvio. Não fui fazer uma entrevista, porque o entrevistado mora em Massaranduba e lá estava tudo alagado. A internet,veio para que todos pudessem colocar a boca no trombone, sem esperar os "gigantes da mídia", se afogarem no Tororó para só no dia seguinte noticiarem algo. bjos!
muito interessante esse post, André. Aqui em sampa, o pgm de radio local, o cbn sao paulo, ancorado pelo milton jung, trabalha concomitantemente ao twitter. e de vez em qdo, o jung fala do q ele tá lendo no tuiter e tbem dá replies em tempo real.
Oi André, acompanho sempre seu Carnet.
passei por situação parecida final do ano passado, moro em Itajaí, cidade no sul que foi a mais atingida pela enchente. Coincidentemente no final de semana que as águas invadiram a cidade, eu estava em SP, voltando para casa e não consegui entrar em Itajaí, era impossível. Fiquei em Joinville, e minha principal ferramenta para saber notícias e entrar em contato com parentes foi o Twitter. Jornais e TV repetiam notícias, e eram vagos "Centro e bairros próximos começam a inundar" enquanto via blogs e Twitter eu conseguia saber a situação de ruas específicas. Outro fato interessante é que na época o jornal local, a prefeitura e pessoas comuns criaram blogs de emergência, um inclusive alimentado pela população, para registrar e encontrar pessoas desaparecidas e desabrigadas. http://diarinhonachuva.blogspot.com/ http://prefeituradeitajai.wordpress.com/ http://desabrigadositajai.wordpress.com/ http://allesblau.net/ grande abraço Samara @zksk
Pois então; tive ontem, as 9 da manhã, a infeliz idéia de ir ao shop. Iguatemi resolver prendências. Nem consegui chegar. Por volta das dez o Itaigara já estava alagado. Fiquei pelo shopping até as 15h, quando a água baixou e pude voltar pra casa, na Barra. Desci do ônibus que estava, ainda Às 10h e liguei o celular na rádio, que dava informes do trânsito e da chuva na cidade. Por problemas na rede da Oi, n pude tuitar via cel, mas dava informes para minha irmã, que o fez por mim e lia o tweets na minha pg. No fim das contas, ao ver a importância do twitter pro dia de ontem, meu pai disse: essa ferramenta veio pra facilitar a vida de todos. Espero um dia estar em massa. Fiz uma conta pra ele...
Comentei a pouco abordagem semelhante no Herdeiro do Caos, constatando que de fato a emergência e a disponibilidade tecnológica pode fazer um diferencial impressionante nas mãos do cidadão, mesmo sem ser pautado.
Imaginem isso em eventos polêmicos, como votação no Senado e na Câmara, locais que merecem um olhar diferenciado. As desgraças nos unem (!?), mas isso deveria ser levado para outras pautas! Um dado que dificulta é a informação da Daniela Brown (IDGNOW), quanto ao valor do SMS no Brasil R$ 0,30 cada, um dos mais caros do mundo! As empresas deveriam facilitar essa tensa e declarada vontade de participar da população! ///// @_@? ~~~
Foi, realmente, impressionante a cobertura que os twitteiros de Salvador fizeram. Por se tratar de um problema que atingia diretamente toda a cidade, foi algo realmente muito grande. Em menor grau, todavia, já vínhamos experimentando eventos do tipo, como por exemplo, a cobertura em primeira mão feita do incêndio no Instituto de Química (começada, aliás, por alunos do PETCOM e da Rádio Facom).
O Twitter, inclusive, vem aprimorando essa potencialidade com ferramentas mais específias. O twittergrid (http://tweetgrid.com), por exemplo, atualiza pra gente em tempo real posts com as palavras-chaves que pedirmos.
A única ressalva que eu gostaria de fazer é com relação à questão do rádio. Para mim, a diferença entre a transmissão radiofônica e o Twitter se dá no comprometimento que o Jornalismo tem (ou deveria ter) com a apuração dos fatos antes de publicá-los. Pude perceber ontem, que o Twitter, apesar de ter sido uma ferramenta muito importante, apresentou, algumas vezes, equívocos com relação à veracidade de alguns fatos. Vide exemplo da queda de uma parte do gesso do Iguatemi que, para muitos, foi um piso inteiro, para outros, o teto do Outback, etc.
Post a Comment
Acredito na potencialidade do Twitter e dessas novas ferramentas, mas não compartilho tanto da idéia de que o jornalismo poderá passar a ?fazer arqueologia do passado imediato?, pelo menos, não por enquanto. Vejo a mídia massiva e os novos meios como complementares uns aos outros. No mais, achei um ótimo texto. Abraços. Egideilson Santana |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||