CARNET DE NOTES

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André Lemos is Associate Professor, Faculty of Communication, Federal University of Bahia, Brazil. PhD in Sociology, Sorbonne. Coordinator of the Cyberculture Center (UFBa) and Senior Researcher at CNPq (1B). Member of the Ars Electronica (2004-08) and Best of Blogs (2004-05) juries. Visiting Professor at University of Alberta and at McGill University, Canada (2007-08)/UFBa-CNPq. This Carnet is online since March 1st, 2001.


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wWednesday, August 27, 2008


Canada


Belíssimo céu de Edmonton, minha primeira morada.

Estou com as malas prontas esperando o taxi. Um ano no Canada em um período extremamente produtivo em vários aspectos: li, escrevi, bloguei, encontrei pessoas, visitei universidades e centros de pesquisa, reforcei laços de amizade, conheci o país de oeste a leste e, mais importante, tive tempo para dar ao tempo, única forma efetiva de pensar e de ser produtivo nesse trabalho que fazemos. O Canadá é também o lugar onde meu segundo filho ou filha foi gerado (a), o que marcará para sempre esse lugar.

Agradecimentos especiais ao CNPq, a Facom/UFBa, que viabilizaram a minha vinda e sustento no Canada, e, especialmente aos colegas e amigos Rob Shields, da University of Alberta, e Will Straw, da McGill University que me receberam de braços abertos.

"Vivre au Canada, c'est vivre dans quatre pays différents... un pays par saison." Michel Conte

Agora faltam palavras e deixo as sensações tomarem conta. Um dia belíssimo de sol, sem uma nuvem no céu, esquilos subindo em árvores na av. des Érables, o silêncio da rua em meio a metrópole, bicicletas passando e a vida que vai continuar aqui e continuirá independente de mim. Somos muito pequenos!


Minha casa na Av. des Érables

Missão cumprida, embora pudesse ficar muito mais tempo aqui. Esse Carnet tem toda a memória desse tempo e voltarei a ele para reviver as sensações que sempre perdem suas cores com esse Cronos que tudo devora. Mas agora é hora de voltar pra casa, retomar as coisas que deixei e compartilhar com alunos e amigos um pouco do que aprendi aqui...e em todos os sentidos!. É hora de lembranças, mas também de prospectiva, de pensar no futuro, no presente que está ali na esquina. Tempo de otimismo!

"I don't consider myself a pessimist. I think of a pessimist as someone who is waiting for it to rain. And I feel soaked to the skin." Leonard Cohen

Meu taxi está chegando e, mesmo com 3 pesadíssimas malas, vou leve!

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posted by Andre Lemos at 2:04 PM - Permalink - Postar um Comentário


wTuesday, August 26, 2008


140letras

"Sonhava, caiu (bababadalgharaghtakamminarronnkonnbronntonnerronntuonnthunntrovarrhounawnskawntoohoohoordenenthurnuk) e no finn acordou."

Algumas pessoas me perguntam sobre o meu microconto e o uso da enorme onomatopéia da queda (com exatas 100 letras). Explico rapidamente. A onomatopéia é uma citação do Finnegans Wake (versão inglesa) de James Joyce onde ele escreve "Fall (bababadalgharaghtakamminarronnkonnbronntonnerronntuonnthunntrovarrhounawnskawntoohoohoordenenthurnuk)."

Nesse microconto, em extrema ousadia e sem a menor pretensão de conseguir êxito, tento resumir, em 140 letras, a monumental obra de Joyce. O livro é como um sonho em diversas línguas, quase ilegível, uma aporia. Nessa narrativa labiríntica, a obra mostra (?) o "despertar" de Finnegan. Daí o jogo com "sonho", "cair", "acordar" e "finn": inicio, meio e fim da obra.

Para quem quiser se aventurar na leitura, há uma excelente tradução (se é que isso é possível) no Brasil do Donaldo Schüler, em vários volumes, pela Ateliê Editorial de Porto Alegre.

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posted by Andre Lemos at 11:38 AM - Permalink - Postar um Comentário


wMonday, August 25, 2008


Ride the City

Tenho escrito e pesquisado sobre mídias locativas e cartografias urbanas. Há muitos posts nesse Carnet sobre essa temática (basta uma busca na janela search, na esquerda do site). E tenho feito algumas experiências com mapas a partir de GPS Writing com o SUR-VIV-ALL e o IDENTITE. SUR-VIV-ALL foi feito de carro, mas o IDENTITE, de bicleta, meu meio de transporte favorito e, acho, uma das soluções para os problemas ecológicos e de circulação nas grandes cidades. Post do Techcrunch, RideTheCity.com: A Google Maps App for Safe Biking mostra aplicativo "mashup", que utiliza dados secundários para propor aos ciclistas percursos mais rápios e mais seguros em NY (obrigado Macello Medeiros pela info).

Abaixo trechos do post e mapa:



"RideTheCity is a cool mash-up application that allows you to plan bike routes based on safety and speed. By typing - or selecting - a start and end location in New York City, the application will find the safest and quickest routes by factoring in bike routes for 'safest' trips and the shortest travel distance for the quickest trips.

The project is run by three bikers, Jordan Anderson, Vaidila Kungys, and Josh Steinbauer (Full disclosure: I went to college with Jordan but found out about this via NPR.) who connected Google maps to a few basic heuristic rules and added a cool logo. The GIS data comes from the city itself and is merged with Google Maps for display.

(...) Every time you search Ride the City, we look through more than 125,000 records in a database. Most of that data comes from the City?s LION GIS data. The City?s LION file does not contain bicycle facility data, so we made a Freedom of Information Act request to the NYC Department of Transportation and NYC Department of City Planning. That got us a little closer, but we still had to put in dozens of hours of data cleanup to get everything working more-or-less correctly.(...)".

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posted by Andre Lemos at 5:55 PM - Permalink - Postar um Comentário


wSunday, August 24, 2008


Cibercrime e Wi-Fi





Já passamos de 110 mil assinaturas e precisamos continuar a manter a pressão e aumentar o número de assinaturas para forçar mais discussão e a rejeição desse PLC. Ontem falava das redes abertas em Edmonton e aproveito para replicar o post sobre esse tema no blog Herdeiro do Caos. Vejam um exemplo prático:

"A melhor forma de observar a 'essência' de uma lei e/ou projeto de lei é vivenciá-la na prática. Durante a Conferência de Comunicação Social da Bahia garanti meu acesso à internet graças a uma rede wi-fi livre. Não paguei nada, não precisei me cadastrar, identificar ou efetuar login.

O substitutivo PLC 89/2003 do senador Eduardo Azeredo é um risco para as redes abertas, tendo em vista que no art.22 diz:

'O responsável pelo provimento de acesso a rede de computadores mundial, comercial ou do setor público é obrigado a:

I ? manter em ambiente controlado e de segurança, pelo prazo de 3 (três) anos, com o objetivo de provimento de investigação pública formalizada, os dados de endereçamento eletrônico da origem, hora, data e a referência GMT da conexão efetuada por meio de rede de computadores e fornecê-los exclusivamente à autoridade investigatória mediante prévia requisição judicial.'

Voltando ao meu exemplo, se estivesse em vigor o PL do Azeredo multaria em R$ 100 mil o dono da rede que me conectei pelo simples fato dele não ter guardado os logs. Lá na Conferência de Comunicação dentre outras coisas defendi o acesso gratuito a banda larga para todos os municípios da Bahia. Vai que o Governo implante redes wifi nas cidades, como irão fazer o controle? Contratar policiais para pedir as pessoas que se identifiquem? Anotar o Rg em uma folha de papel?

(...) Em tempo, a Comissão de Tecnologia, Comunicação e Informática (CTCI) da Câmara dos Deputados aprovou, por unanimidade, o pedido de audiência pública para discutir a tipificação de crimes e delitos cometidos na área de informática e suas penalidades, previstos no projeto de lei do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG). A campanha pelo veto ao PL do Azeredo continua."

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posted by Andre Lemos at 8:42 AM - Permalink - Postar um Comentário


wSaturday, August 23, 2008


Edmonton Wi-Fi

Passei metade do meu período canadense em Edmonton e tenho belas lembranças dos amigos da University of Alberta, da família Shields e das incríveis cores e tonalidades do céu. No entanto, a minha experiência com o acesso a internet wireless (hotspots) foi decepcionante. Não pelo números de hotspots encontrados, já que há muitas redes wi-fi em toda a cidade (vejam mapa abaixo), mas pela dificuldade em localizar redes abertas, particulares ou públicas, logo, pela dificuldade em me conectar. Conseguia acessar a internet de alguns poucos cafés que ofereciam acesso de graça (a grande maioria oferece acesso à internet mas pago). No Brasil, além de ainda não termos verdadeiras cidades descplugadas, temos agora a lei de cibercrimes que, se passar mesmo, vai fechar completamente o acesso livre a redes Wi-Fi no nosso país.


Trecho do Mapa dos hotspots em Edmonton, de Brad Haines

Brad Haines, "white hat hacker", que faz wardriving e mapea as conexões wi-fi abertas e fechadas em Edmonton, mostra essa situação. Fizemos um mapeamento de hotspot, mas enquadrado no projeto Sur-Viv-All em Edmonton, e algo próximo, no Brasil, com o "Wi-Fi Salvador". Segundo o seu de Haines, há mais de 66 mil hotspots na cidade e 30% deles não tem nehuma proteção, ou seja, estão abertos. Ele é um hacker "do bem" (e não um cracker) e presta consultoria para empresas que querem manter a segurança de suas redes. Ele se limita a fazer o wardriving (e nunca se conecta nas redes abertas encontradas) e chamar a atenção para as redes inseguras. Não vi dicussão sobre acesso livre, talvez por não ser esse um problema em Edmonton ou no Canadá.

Para além dessa quesão, destaco esse trecho da matéria do Globe and Mail "RenderMan to the rescue", pela questão da imaterialidade, do dimensão de "territórios informacionais" aí representada e pela atividade em si. Para mais informações sobre Haines, veja seu site, o RenderLab.

"(...) Haines understands that his is a strange passion. Most people he knows wouldn't want to spend hours driving or walking around with a laptop and antenna searching for something that can't be seen, heard, smelled or touched. When asked to describe the appeal of wardriving, he likens it to bird watching. 'Some people are big into bird watching, and the biggest moment for them is when they spot a specific bird,' says Haines. 'Most people are like, 'That's the stupidest sport I've ever heard of.' Some people say the same about wardriving. It makes no sense to some people, but for us, it's neat.'

In true geek fashion, Haines also compares his hobby to The Matrix, a film built on the premise that our world is nothing more than a computer simulation meant to enslave humans. Only those who have been 'liberated' can see 'the Matrix' for what it is. Wardrivers, he says, are able to peer beyond what's visible to the naked eye. 'You are able to see beyond the real. I'm sitting in my kitchen right now looking at my backyard, but I know that just beyond my perception, the Internet is literally overlapping the physical world. To see something others can't is kind of a neat thing. (...)"

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posted by Andre Lemos at 10:51 PM - Permalink - Postar um Comentário


wFriday, August 22, 2008


Microconto

Meu microconto no concurso 140 letras:

"Sonhava, caiu (bababadalgharaghtakamminarronnkonnbronntonnerronntuonnthunntrovarrhounawnskawntoohoohoordenenthurnuk) e no finn acordou."

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posted by Andre Lemos at 2:41 PM - Permalink - Postar um Comentário


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Twitter-Arte



Hoje twittava perguntando aos meus contatos se eles conheciam alguma forma de "twitter-arte". Algo que quebrasse a monotonia de informações pessoais, profissionais ou das breaking news. O twitter nasceu em 2006 com a simples idéia de pessoas dizendo o que estão fazendo naquele momento: simples, direto e efetivo. Aí começam as dicas de sites (e TinyURL), infos locais, a grande mídia, microcontos... o que mais?

Tomo hoje conhecimento do primeiro concurso brasileiro de microcontos do Twitter. Esse tipo de concurso não é novidade, mas é a primeira vez no Brasil. Vejam mais sobre o concurso no Twitter / 140letras. Até dia 20 de setembro. Quem quiser participar tem que escrever #140 antes do microconto...

Mãos à obra!

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posted by Andre Lemos at 2:07 PM - Permalink - Postar um Comentário


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Locative Media

Reta final aqui no Canadá. Estou escrevendo um livro sobre minha experiência nesse um ano por aqui, um livro mais pessoal sobre minhas impressões dos lugares por onde passei. Também finalizo um sobre mídias locativas (a pesquisa que realizei aqui), acadêmico. Acho que ambos eu só vou terminar no Brasil. Mas estou escrevendo e por isso poucos posts nesses dias. Para não abandonar completamente esse blog, deixo essa citação que recebi hoje por email do transportblog e que, de forma sintética, expressa muito do que temos discutido aqui no Carnet e em meus últimos artigos.



"Locative media is many things: A new site for old discussions about the relationship of consciousness to place and other people. A framework within which to actively engage with, critique, and shape a rapid set of technological developments. A context within which to explore new and old models of communication, community and exchange. A name for the ambiguous shape of a rapidly deploying surveillance and control infrastructure. (Russell, 2004)"

Complementando a referência: Russell, Ben (2004): Transcultural Media Online Reader Introduction, TCM Online Reader.

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posted by Andre Lemos at 12:43 PM - Permalink - Postar um Comentário


wWednesday, August 20, 2008


Locative Media and Pictures of the Day

Estou lendo alguns artigos e em breve faço alguns comentários aqui. Os que estou lendo agora são: "New Maps for Old? The cultural Stakes of 2.0", de Caroline Basset, publicado na Fibre Culture, #13, e o "The Internet of Things. A critique of ambient technology and all-seeing network", de Rob van Kranenburg, da Waag Society, Holanda, que me foi enviado pelo próprio, ainda a ser publicado (o Felipe Fonseca, efeefe, é citado pelos trabalhos nos Pontos de Cultura, no Metareciclagem e no Descentro).

Enquanto leio e vejo que comentários fazer, seguem algumas fotos feitas ontem pelo Parc La Fontaine, Montreal.

Locative Media?


Mídia locativa analógica? Seta indicando direção de lugar nenhum sem nenhuma explicação aparente!

"Há, no entanto, mídias locativas analógicas. Podemos dizer que uma placa informando que um determinado lugar é uma pizzaria, um hotel ou uma loja de departamentos pode ser considerada uma mídia locativa. Ela contém informação agregada a uma localidade. Mas, a informação é estática, não sensitiva (...) . Ela não é ?smart?, isto é, não processa informação, não sabe quando foi vista, nem por quem, nem para que uso. No caso das mídias locativas digitais, esse mesmo painel ou letreiro, enviaria informações digitais por redes sem fio para dispositivos móveis. Essa informação poderia ser indexada a outras (websites, comentários de usuários), identificando o usuário e promovendo ações efetivas, presentes e futuras (...)" (Mídia Locativa e Território Informacional)

"Tout le malheur des hommes vient d'une seule chose, qui est de ne savoir pas demeurer en repos, dans une chambre."
Pascal


"Une Saison a Venice", de Wtodzimierz Odojewski, Les Alusifs, Québec, 2006

Simulacro!


Árvore no Poste e Árvores

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posted by Andre Lemos at 12:29 PM - Permalink - Postar um Comentário


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Mobile Web 2.0

Replicando o post do Fernando Firmino no blog do GPC:

"Acontece até amanhã, das 15 às 18h, no auditório da FACOM/UFBA, o curso "Tendencias em comunicación móvil y mobile web 2.0: de usos lúdicos a usos empresariales" com o pesquisador Hugo Pardo, professor de Comunicação Audiovisual (Universidade Autônoma de Barcelona) e professor titular do Departamento de Comunicação Digital da Universidade de Vic (Barcelona). Ele também é coordenador do projeto Campus Móvil e autor do livro Planeta Web 2.0 (faça o download gratuito), que já foi baixado mais de 100 mil cópias.

O curso é realizado pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas através dos grupos de pesquisa GPC (Grupo de Pesquisa em Cibercidades) e GJOL (Grupo de Pesquisa em Jornalismo Online), da Faculdade de Comunicação da UFBA.

A abertura, ontem, foi feita pelos professores Marcos Palacios (GJOL) e José Carlos Ribeiro (GPC). No primeiro dia, o pesquisador Hugo Pardo apresentou um panorama conceitual e de aplicações da Web 2.0 partindo dos sete princípios norteadores do termo Web 2.0 estabelecidos por O´Reilly em 2004 no artigo "What Is Web 2.0 - Design Patterns and Business Models for the Next Generation of Software" na tentativa de estabelecer uma transição da Web 1.0 para Web 2.0 como fenômeno tecno-social. Entre as aplicações destacas como representantes deste universo 2.0 estão Wikipedia, YouTube, Flickr, Wordpress, Blogger, MySpace, Facebook, OhMyNews.

Hoje será abordado no curso a temática "Mobile Web 2.0". Pardo irá apresentar aplicações e discutirá a questão da mobilidade no acesso e na produção de conteúdo num cenário de web móvel."

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posted by Andre Lemos at 11:58 AM - Permalink - Postar um Comentário